Júri

António Costa Valente

Realizador e produtor, os seus filmes foram distinguidos em festivais nos cinco continentes.

Produziu e corealizou a primeira longa-metragem do cinema de animação português “Até ao Tecto do Mundo”, obra distinguida nos EUA e Canadá.

Produziu mais de uma centena e meia de filmes que têm sido distinguidos e exibidos entre festivais, cinemas, países e culturas muito diversas. Tendo ultrapassado as cinco centenas de distinções, estes filmes marcam um cinema português produzido longe da capital.

Com uma tese de doutoramento em cinema de animação, ensina na Universidade do Algarve, onde é igualmente investigador do CIAC – Centro de Investigação em Artes e Comunicação. Professor convidado em diversas instituições de ensino superior, foi diretor do Departamento de Teatro e Cinema da ESAP – Escola Superior Artística do Porto.

É dirigente do “Cine-Clube de Avanca” e tem participado ativamente no movimento associativo à volta do cinema. Atualmente é Secretário para a Europa da Federação Internacional de Cineclubes e coordenador nacional do “INPUT-TV”, conferência internacional que anualmente reúne as televisões públicas de todo o mundo em continentes diferentes.

Editor do “Internacional Journal of Cinema”, no seu último livro “Chapiteau de Filmes”, aborda a viagem dos filmes que tem produzido em Avanca.

Dirige o Festival de Cinema AVANCA desde 1997, a conferência científica AVANCA|CINEMA desde 2010 e coordena o “Prémio Eng.º. Fernando Gonçalves Lavrador”, anualmente atribuído à melhor investigação internacional no domínio do cinema.

Mário Branquinho

É licenciado em Ciências Sociais e possui mestrado em Animação Artística. Fundador e ex-diretor do CineEco – Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela (1995 – 2022). Membro Honorário e fundador da Green Film Network (GFN) rede internacional de festivais de cinema de ambiente, com sede em Innsbruck (Áustria). No seu percurso tem sido júri de diversos festivais de cinema em Portugal e no estrangeiro. Coordenou a organização 1º e 2º Fórum Internacional de Festivais de Cinema de Ambiente, no CineEco de Seia em 2018 e 2019 e do 6ª Award GFN no CineEco, Seia, em 2019. Organizou Mostras de Curtas sobre a temática da Água, nos Fóruns Mundiais da Água em Brasilia (2018) e Dakar (2022). Participou como orador em várias conferências internacionais sobre cinema de ambiente. É membro fundador do cineclube de Seia (2015-2024) e é autor do livro “Cinema Ambiental em Portugal – Filmes do mundo, em 25 anos de CineEco, Seia, 1995-2020” (2022). Desenvolveu funções na Câmara de Seia como Técnico Superior, onde foi programador da Casa Municipal da Cultura. Desde dezembro de 2022 é diretor geral e de programação do Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha.

Tiago Afonso

Estudou cinema direto (doc), cinema e audiovisual, documentário e fotografia, arte contemporânea.

Como realizador foi programado no Brasil, em Itália, em França, na Croácia, na Eslovénia, em Espanha. Em Portugal no Doclisboa, nos Caminhos do Cinema Português, no Porto/Post/Doc, Festival Luso-Brasileiro, Córtex, Indie Lisboa, Curtas de Vila do Conde, entre outros. O último filme que realizou foi o documentário “Distopia”, que foi premiado no DocLisboa e no Porto/Post/Doc.

Como câmara, assistente de realização, assistente de som e montador trabalhou com Rodrigo Areias, Edgar Pêra, Saguenail, Catarina Alves Costa, Paulo Rocha, entre outros.

Deu sete anos aulas de realização entre outras disciplinas na Universidade Lusófona do Porto, deu dezenas de formações intensivas de cinema em diversos contextos, como prisões, bairros sociais, teatros municipais, universidades, museus…

Expôs vídeos em galerias no Porto, em Coimbra, em Bruxelas, em Kiev, em Viena, em Berlim entre outras cidades.

Vive e trabalha no Porto.